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6 de junho de 2014

Avril Lavigne concede entrevista para a rádio Kiss.



Avril lavigne concedeu uma entrevista à rádio Kiss 92.5, onde falou sobre o estado de seu ex marido, Deryck Whibley - que esteve hospitalizado por motivos excessivos que bebidas alcoólicas. Avril falou também pela primeira vez sobre os polêmicos Meet & Greets acontecidos na América do Sul, onde acusaram a cantora de não contar em seus fãs. Mas Avril rebate a crítica e declara "Eu amo meus fãs".

Confira o áudio e a tradução da entrevista na íntegra, abaixo:


Tradução:

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Os médico o disseram que ele tinha que parar de beber porque estava a um drink de morrer. "Mais uma dose de álcool e você está morto." E a Avril foi uma das primeiras pessoas a falar sobre isso, e a falar com ele.

Kiss: Eu tenho que te perguntar isso... Muitos dos seus fãs acharam realmente incrível você ter sido uma das primeiras a falar sobre o Deryck. Você tem alguma novidade? Algo que possa nos contar? Comom ele está passando?

Avril: Eu toquei em Los Angeles há uma semana e o Deryck foi ao show. Então, eu pude estar com ele e com a mãe dele, e ele tem estado muito bem. Eu estou orgulhosa dele por estar superando essa fase. Ele deu uma declaração sobre isso, para quem não sabe o que houve, está tudo no site dele. Ele acabou no hospita porque estava exagerando nas fesras. Mas agora ele está sóbrio e eu estou orgulhosa. Eu amo muito o Deryck, ele é como se fosse da minha família para mim. Então, foi muito bom poder vê-lo e tê-lo no meu show me apoiando. Ele é um cara incrível e eu quero vê-o feliz e saudável. E eu acho que ele fez, tipo... Ele queria que seus fãs subessem que você tem que beber de maneira responsável. E é bom ter um pouco de moderação. Moderação é a palavra-chave. Fazer escolhas saudáveis. Ser responsável, sabe... Se você escolher beber algo, tem que saber fazer isso de maneira responsável. Então, foquei feliz por ele ter falado com seus fãs sobre isso. Isso foi legal da parte dele.

Kiss: Eu tenho mais algumas perguntas para você. Fãs, assim como eu, vão querer te conhecer. O que está por trás de toda essa história de que você não toca nos seus fãs?

Avril: Bom, eu acho que eu toco nos meus fãs sim. Nas verdade, os Meet & Greets são muitos rápidos. Em alguns países, onde tivemos problemas de segurança, nós temos que fortalecer a segurança. É um pouco delicado, por causa de algumas coisas que aconteceram e que não vou entrar em detalhes... Às vezes, quando há muitas pessoas, existem algumas que estragam as coisas para os outros. Então, se acontecer algo antes de um meet and greet, tipo alguém escondido no hotel fazdendo coisas suspeitas, a segurança deve toar precauções extras com as pessoas que circulam nos bastidores. Mas eu amo meus fãs e...

Kiss: Então, se você encontrar a Avril Lavigne por aí, sinta-se livre para toca-la.

Avril: Bom... (risos). Eu amo quando tenho a oportunidade de econtrar meus fãs. São bons momentos!

Enquanto Avril estava no Brasil, a canadense concedeu uma entrevista ao o site do G1, e falou sobre o casamento, fazer 30 anos, Marilyn Manson, sobre os pedidos de músicas no twitter para a turnê no país e seu amor aos fãs brasileiros. Confira a entrevista completa:

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G1 – Você vem ao Brasil pela primeira vez após se casar. O casamento te fez mudar? É um show mais calmo, maduro?
Avril Lavigne: Na verdade, não. O casamento foi uma nova experiência de vida. Talvez seja inspiração para novas músicas. Mas não me mudou como artista. E o show é o mesmo. Muito divertido, continuo cantando músicas como “Sk8er Boi” e tendo muita interação com o público.

G1 – Você faz 30 anos em setembro. Como vai comemorar? Ter 30 é bom ou ruim?
Avril Lavigne: Ainda não sei. Provavelmente vou comemorar, enquanto toco em algum lugar do mundo. Queria estar com meus amigos e com minha família. E ter um bolo de aniversário em formato de Hello Kitty! [risos]. Mas fazer 30 anos é uma coisa ótima. É parte da vida, e mal posso esperar por isso.

G1 – Vai cantar o trecho de ‘The beautiful people’, do Marilyn Manson, como em outros shows?
Avril Lavigne: Acrescentei esse pedaço em “Bad Girl” [parceria entre Lavigne e Manson, do disco mais recente]. Devo tocar aí. Mas o mais importante é tocar músicas que fãs escolheram. Perguntei, em cada cidade, quais os fãs mais queriam. Vou tocar pelo menos uma de cada, entre as mais votadas por eles no Twitter [ela ainda não revela quais vai selecionar]. Escolhi o Brasil para fazer isso pois os fãs daí são os mais ativos e dedicados do mundo. Comentam, conversam, perguntam no Twitter. São apaixonados, quis fazer algo em troca.

G1 – O MIT fez uma pesquisa que colocou você como a cantora jovem canadense mais famosa do mundo. O que acha que te fez superar Bieber, Alanis e seu marido?
Avril Lavigne: Acho que isso se deve à minha base de fãs internacional. Mesmo que eu seja do Canadá, sou conhecida por todo o mundo. Eu me sinto sortuda por ter conseguido isso.

G1 – Agora você é parceira do Marilyn Manson. Teve medo quando foi conhecê-lo?
Avril Lavigne: Não! Eu tinha 18 anos e estava no backstage de um show em Toronto. Ele foi um doce de pessoa, bonzinho. Não tinha guarda-costas, essas coisas. Ele falou: “Vem comigo”. E ficamos por lá, conheci todos os músicos da banda dele. Foi uma gracinha mesmo. Por isso ficamos amigos.

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