Home     Notícias     Avril Lavigne     Galeria     WTH Magazine     Avril Lavigne Tour     Contato    

18 de abril de 2014

Avril fala com o Guia Uol sobre sua vinda ao Brasil.



O "Guia UOL" publicou ontem uma matéria sobre a Avril Lavigne comentando sua vinda ao Brasil e sua "popularidade". E rebateu uma crítica bem comum de alguns fãs sobre suas mudanças de estilo, visual e atitude desde seu primeiro álbum

Leia a matéria abaixo:

Spoiler
Avril Lavigne promete hits em nova turnê e rebate críticas de fãs

É com a turnê do mais recente álbum homônimo que Avril Lavigne vem novamente ao Brasil, com shows em São Paulo (Citibank Hall) nos dias 29 e 30 de abril; Rio de Janeiro (Citibank Hall) no dia 2 de maio; Belo Horizonte (Chevrolet Hall) no dia 3 de maio; e Brasília (Net Live Brasília) no dia 4 de maio. Em rápida entrevista por telefone ao Guia UOL, a cantora canadense prometeu mesclar faixas mais recentes aos hits pop lançados desde sua estreia no mainstream aos 17 anos de idade, com o álbum "Let Go" (2002) e rebateu críticas de fãs sobre seu quinto disco.

A última vez em que ela esteve por aqui foi com a excursão musical do disco "Goodbye Lullaby", em 2011. "Me sinto feliz por poder voltar ao Brasil porque minha última vez aí foi extremamente divertida", disse. "Os fãs são inacreditáveis, nos apoiam de uma forma sem igual. Estou ansiosa para entrar em contato com eles de novo por aí."

Muito embora Avril não tenha mais a popularidade de outrora - sobretudo a que vivenciou durante a primeira metade dos anos 2000, em que músicas como "Complicated", "Sk8er Boi", "I'm with You", "My Happy Ending" e "Girlfriend" tocaram incessantemente nas rádios do mundo inteiro e ocuparam os topos das paradas musicais -, ela ainda conta com sua parcela fiel de fãs no Brasil.

Se em 2005 ela se apresentou no Pacaembu para 35 mil pessoas, hoje sobe ao mais discreto palco do Citibank Hall, casa com capacidade para sete mil pessoas. Passados os anos, um cenário, no entanto, se repete (mesmo que em quantidade reduzida): o de fãs acampadas na fila aguardando a abertura dos portões dias antes da data do show (desta vez, junto ao público de Demi Lovato, sensação do atual pop adolescente que também se apresentará no lugar em data diferente).

Ainda assim, o amor por Avril não impede que as críticas sejam lançadas. "Ela perdeu muitos fãs porque mudou muito de estilo. Ela não era maquiada e todos tiveram um choque. Quando começamos a gostar dela, eu era adolescente e me via nela. Avril amadureceu, mas os fãs não entenderam. Por isso, hoje nos shows têm poucas pessoas na porta", disse o fã acampado JG, de 23 anos, em entrevista ao UOL Música, comentando a transição da menina skatista para a mulher vaidosa que Avril é hoje. "E nesse novo álbum ela mistura muitas coisas. Parece que ela quis fazer de tudo e se perdeu", complementa Heloísa Xavier, também acampada.

Quando questionada sobre a crítica da fã, a cantora rebateu: "Eu vejo esse disco como um trabalho que tem elementos de todos os outros álbuns que lancei. Não mudei meu som em decorrência das mudanças na indústria da música. E me orgulho disso. Eu continuo me mantendo verdadeira com relação ao meu som e meu estilo, e agradeço muito aos meus fãs que continuam comigo 12 anos depois".

Sobre Avril Lavigne
Foi durante as gravações de "Avril Lavigne" que a cantora conheceu aquele que se tornaria seu marido, o vocalista do Nickelback Chad Kroeger. O músico foi um dos convocados a cuidar de parte da prodrução e da composição de algumas das canções do quinto disco. "Foi foi uma experiência muito divertida estar em estúdio com ele e tentar coisas novas, experimentar mais nesse disco", comenta.

"É um trabalho que ainda tem as minhas canções de pop rock, mas há músicas novas como "Hush Hush" e "Give You What You Like" que são diferentes. Chad diz que elas têm um vibe indie, diferente do que costumo fazer. Eu apenas as acho mais cruas. E trabalhar com Marilyn Manson em "Bad Girl" foi muito bacana, é uma das músicas mais rock do álbum."

O jornal Estadão também falou sobre a vinda da cantora ao país. A matéria publicada traz Avril Lavigne como símbolo atemporal. Eles a descrevem como ‘guia’ para cantoras como Taylor Swift e Kelly Clarkson. Eles descrevem o novo álbum como portador de canções singelas com pianos e sons mais rock n’ roll, e também falam do casamento com Chad Kroeger, no ano passado. Leia abaixo:

Spoiler
Balzaca, Avril Lavigne volta com novo show

Surgida em 2002, a cantora canadense Avril Lavigne vendeu aproximadamente 35 milhões de discos e ganhou incontáveis prêmios em uma carreira marcada pela imagem de adolescente insolente de coturno que se recusa a abrir a porta do quarto, mas não recusa nunca a mesada. Milhares de garotas se identificaram imediatamente com ela, e a loirinha gerou até discípulas no métier – casos de Taylor Swift e Kelly Clarkson.

Doze anos depois, ela volta ao Brasil já quase balzaquiana, mulher casada (com Chad Kroeger, cantor e frontman do Nickelback) e que completa 30 anos em setembro – com planos de aumentar a família. Avril retornará ao Brasil no fim de abril para shows em quatro cidades. A turnê da cantora passará por São Paulo (um show para 7 mil pessoas no Citibank Hall) nos dias 29 e 30 deste mês; Rio de Janeiro (Citibank Hall) no dia 2 de maio; Belo Horizonte (Chevrolet Hall) no dia 3 de maio; e Brasília (Net Live Brasília) no dia 4 de maio.

Seu mais recente trabalho leva apenas seu nome, Avril Lavigne (lançado em novembro de 2013), não é um rompimento com seu universo teen. Tem canções singelas acompanhadas ao piano e coisas mais cruas, rock’n’roll. Traz um dueto com o marido, Let me Go, e será a base de seu show, no qual mescla os novos hits a uma mistura de sucessos dos mais de 10 anos de carreira. Avril vem de turnês pela China e Japão.

A última vez que Avril Lavigne tocou em São Paulo, em 2011, foi complicado. A organização da turnê ficou em pânico, ela levou 20 horas até conseguir embarcar para o Brasil, vinda de Buenos Aires, por causa da erupção de um vulcão no Chile. O resultado foi uma apresentação sem muito entusiasmo.

“Algo aconteceu, de fato. Mas eu não me lembro. O que foi que você disse que aconteceu? Um vulcão? Não lembro disso”, ela disse, falando por telefone ao Estado.

Além do vulcão ter se acalmado, ela também traz uma aliança na mão esquerda agora. Teria o casamento tornado sua música mais rock’n’roll? “Sim, sou casada agora, mas isso só trouxe mais inspiração para minha música. Não acho que fiquei mais rock’n’roll, sou ainda a mesma pessoa, com os mesmos gostos.”

Desde o surgimento de Avril na cena pop, muitas cantoras novas apareceram, como Lana del Rey, Lorde e até mesmo Lady Gaga. Ela diz que encara a concorrência sem muita preocupação, embora admita que provavelmente nunca mais vai vender milhões de discos, como fez até agora.

“É essa a realidade, há mais cantoras, a indústria da música mudou, o rádio está diferente, a internet é que toca mais a música. O que penso é que tenho sorte de estar aqui e ainda estar fazendo shows, correndo o mundo com a minha música.”

Em 2002, ela lançou o álbum Let Go (que incluía os hits Sk8r Boi e Complicated, dois dos maiores hits daquele início de década). Em 2004, lançou o segundo trabalho (Under My Skin), que estreou em 1.º lugar na parada da Billboard, feito repetido pelo álbum seguinte, The Best Damn Thing (2007), cujo single Girlfriend alcançou 202 milhões de visualizações no YouTube. Lavigne é autora da música Alice, tema principal do filme Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton. Goodbye Lullaby (2011), seu quarto álbum de estúdio, trouxe mais sucessos planetários, como What The Hell e Smile.

Avril tem sua própria marca de roupas, Abbey Dawn, e já lançou três perfumes (Forbidden Rose, Black Star e Wild Rose). No início de 2010, criou The Avril Lavigne Foundation, instituição que já arrecadou mais de meio milhão de dólares e cujo propósito é o de ajudar crianças e jovens portadores de doenças graves e deficiências.

Avril não aborda diretamente o tema “filhos”, mas admite que tem planos. “Eu estou em turnê, o foco está na minha carreira, no momento, mas espero que um dia possa fazer as duas coisas ao mesmo tempo, sem abdicar de nenhuma: criar um filho e continuar cantando”, diz.

O programa Leitura Dinâmica, famoso por seu jornalismo interativo apresentado por Érica Reis na emissora brasileira REDE TV!, comentou os shows da The Avril Lavigne Tour em solo brasileiro.

No dia 11, foi reportado no programa os shows de Avril Lavigne nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, já no dia 13 completaram o anúncio com as datas dos shows de Belo Horizonte e Brasília. Com trilhas sonoras de Let Me Go e Rock N Roll, as notícias foram exibidas com as informações referentes as datas e preços dos concertos.

Confira o vídeo do dia 11 AQUI e o vídeo do dia 13 AQUI no site da emissora.

Nenhum comentário:

Postar um comentário