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30 de janeiro de 2014

Avril Lavigne fala sobre sua nova turnê ao Hollywood Reporter.

Na último dia 24, cinco novas fotos da Avril Lavigne, tiradas pelo fotógrafo David Needleman, para o site The Hollywood Reporter, foram divulgadas.
Além do lindo ensaio fotográfico, o site publicou uma entrevista feita com Lavigne, onde ela fala sobre a sua nova turnê, que começa em Osaka, no Japão, no próximo dia 31.

Leia a entrevista traduzida abaixo:

Spoiler
Avril Lavigne em Turnê pela Ásia: China está em Caos (Q&A)

Em ensaio para o portfólio “Pop Goes the World” (Pop Vai ao Mundo) na edição de música da THR, a cantora Canadense falou sobre seus fundamentos de viagem, como ela descobriu câmeras de telefone e ser a metade do casal poderoso da música canadense.

Uma versão dessa história aparecerá pela primeira vez na edição do dia 31 de janeiro da revista The Hollywood Reporter.

A tecnologia tem facilitado para a nascida em Toronto, Avril Lavigne, 29 anos, para alcançar os fãs, mas não há nada como ter os pés no chão. “Eu ainda gosto de ser mais antiquada e ir de cidade em cidade,” ela diz.

Para o seu autointitulado quinto álbum, lançado em novembro pela Epic, Avril combinou os dois, promover em pessoa e fazer uma transmissão por todo o mundo.

Ela começará com uma turnê pela Ásia no dia 31 de janeiro no Japão, que abraçou a cantora bem cedo; durante sua primeira viagem para lá, depois do lançamento de Under My Skin em 2004, a gravadora a puxou para dizer-lhe para não se preocupar se as pessoas estivessem segurando seus telefones no alto. “Nós não tínhamos câmeras em nossos telefones ainda, eles tiveram primeiro,” ela se maravilhou.

Avril ama tocar tanto para os ordenados fãs japoneses quanto para as barulhentas plateias chinesas mas admite que todo o vôo é esgotante. “É bem mais difícil e traz muito stress para o corpo” que uma viagem de ônibus, ela disse. Mas as plateias – e a terapia de varejo – faz tudo valer a pena. Diz Lavigne, que vendeu 35 milhões de álbuns no mundo inteiro, “Eu irei acordar para ir em um shopping no Japão, porque é melhor de todos.”

Destaque da terceira edição anual de música da THR, Lavigne nos recebeu enquanto estava de férias no México com seu marido vocalista do Nickelback, Chad Kroeger, e falou sobre sua viagem asiática que está por vir.

Sua turnê Asiática começa no Japão, onde você foi seguida fortemente desde que tocou lá em 2004. Por que você acha que sua música ressoa tanto assim por lá?
Minha mensagem para os meus fãs tem sido sempre ser você mesmo, acreditar em quem você é e que você pode fazer qualquer coisa e eu acho que eles se conectam com isso… eu sinto que a base de fãs internacionais vão aos shows para comemorar, e eles se deixam levar.

Como os fãs da China são diferentes dos fãs no Japão?
No Japão, a plateia está sempre em sincronia juntos. Se você pede para que batam palma, todos batem palma. Se eu começo a dar socos no ar, todos fazem comigo. É muito legal. Entre cada música, eles param e ficam bem quietos porque são muito respeitosos. Depois se você toca uma música rápida, todos começam a arrasar, e no minuto que você acaba, eles param… Na China, o show começa, e todo mundo na arquibancada vem correndo para a frente e todo mundo tropeça umas nas outras e é turbulento, um caos. É uma loucura.

Você age de forma diferente quando você está em turnê no exterior, ao contrário da América do Norte?
Um monte de turnês internacionais, é um passeio de vôo, o que torna muito mais difícil. Gosto de estar em um ônibus de turnê. O único lugar onde você pode visitar com um ônibus é a Europa ou América do Norte. [Voar] acaba sendo mais cansativo. É uma coisa diferente quando você está fazendo as malas e desfazendo, e você está em um novo quarto de hotel, a cada dois dias em uma cidade nova. Quando eu passeio no ônibus da turnê, eu nem saio do meu ônibus. Eu vivo nele como se fosse um trailer … [Voar] exige mais energia, mas vale a pena. Os fãs são tão incríveis e os shows são tão incríveis.

Existe algum país na sua lista de desejos que você não tocou ainda?
Eu nunca estive em Dubai. Eu adoaria ir lá.

Quanto do mundo você consegue ver quando está em turnê?
Em turnê, não há realmente tempo suficiente para fazer algo, mas sempre que vou ao Japão, eu faço questão de ir às compras… porque é o melhor shopping de todos. E depois na Europa, eu realmente curto (jantar) e eles ficam abertos até mais tarde, então na Itália, eu saio para comer.

Com quantas pessoas normalmente você viajou junto?
De 30 a 50 pessoas em turnê. É 30 quando estamos promovendo: nós temos a banda e a equipe. Mas meu grupo de pessoas sou eu, meu irmão, segurança, minha mãe, cabelo, maquiagem, esse tipo de coisa. Eu tenho uma bolsa da Hello Kitty que tem meu laptop e todos os meus cadernos e coisas. E depois eu normalmente tenho uma bolsa. Eu não viajo com meus instrumentos; eles normalmente são enviados. Eu não tive nada quebrado.

O que não pode faltar no seu vôo?
Vodka. (risos) Eu realmente não levo nada comigo no avião. Eu parei de viajar com remédios. Eu tenho minha bolsa, que tem meu computador nele, então eu trabalho ou ouço música ou escrevo música ou passo por aprovações. Eu visto calças justas, legs pretas, e eu sempre uso um moletom com capuz e óculos escuros.

Você e o Chad são o primeiro casal de músicos do Canadá. Como tem sido a resposta de seus fãs Canadenses ao seu casamento em Julho?
É realmente puro porque eu senti como se recebêssemos muito amor e calor e apoio quando Chad e eu noivamos e casamos. Foi realmente bom. Acabamos casando (na França) no Dia do Canadá. É o dia em que oficialmente começamos a namorar e foi o nosso aniversário, então nós decidimos nos casar naquele dia também. É até engraçado como tudo aconteceu. Ele tem feito toneladas de divulgações comigo no último ano, e depois quando Nickelback teve que andar, eu deveria me juntar a ele. Ele se juntará a mim na Ásia para parte da turnê.

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