Home     Notícias     Avril Lavigne     Galeria     WTH Magazine     Avril Lavigne Tour     Contato    

8 de dezembro de 2013

Avril Lavigne concede entrevista ao site Elle.

Avril Lavigne concedeu uma entrevista ao site Elle, onde falou sobre seu novo álbum, sua linha de roupas e acessórios, Abbey Dawn, Marilyn Manson e muito mais:

Leia a entrevista traduzida abaixo:

Spoiler
Desde que surgiu em 2002 com Complicated, Avril Lavigne tem estado em uma missão para agitar a vida. “Um brinde a nunca envelhecer!”, diz ela em uma música do quinto e auto-intitulado álbum da canadense, lançado no mês passado. “Eu sinto que meus fãs cresceram comigo”, diz ela. “Minha vida tem sido muito documentada. É bem legal olhar para trás.”

A cantora de 29 anos é a primeira a admitir que cresceu como artista – “Eu sinto que meus vocais são definitivamente mais fortes agora”, admitiu ela. Mas a Sra. Lavigne comanda as arenas com a mesma agressão daquela adolescente que conquistou as paradas de sucesso. Casada com o cantor do Nickelback Chad Kroeger, Lavigne falou recentemente com a gente sobre seu novo álbum, seu relacionamento e sobre as mensagens de texto para o Marilyn Manson. (Sim, sério)

Como este álbum é diferente dos seus projetos anteriores?

Quando eu fiz esse álbum, eu não tinha muita certeza do que eu queria fazer. Então, todos os dias eu fui revigorada e querendo apenas escrever uma música. Eu nem sequer penso nisso. Eu não estava tentando fazer nada ou [pegar] qualquer som do passado. Eu acho que isso acontece naturalmente. Uma vez que eu sou uma compositora, em todas as músicas que eu tenho lançado nos meus álbuns têm algo que vem de mim. Então, existirão algumas semelhanças. Quando eu fiz o meu álbum The Best Damn Thing, eu queria fazer um álbum que fosse divertido na turnê. Então, pensando nisso, sabendo que eu gosto de tocar Girlfriend e Sk8er Boi porque elas são animadas, são hinos e mantém a multidão agitada, eu fui inspirada a fazer músicas assim no The Best Damn Thing.

O que eu amo é que mesmo que você tenha amadurecido, você continuou a fazer música que atinge várias idades.

O público – eles eram tão jovens quando eu surgi. E agora eu sinto que eles estão mais velhos e eu consigo vê-los mudando. Eu acho que há uma consistência em minhas composições: histórias e mensagens. Mas também tem sido bem diverso. Eu tenho baladas e também tenho essas músicas pop-rock com um certo espírito e atitude. Eu tenho diferentes lados de mim. E isso é que é legal neste álbum: é tão diverso e você ouvirá sons e estilos do meu passado, como também novas coisas.

Ele também te permitiu conhecer seu marido, o cantor do Nickelback Chad Kroeger, que produziu este álbum.

Quando nós começamos, foi algo tipo: “Oi, prazer em te conhecer. Vamos escrever algumas músicas.” Começamos a namorar depois. Então, acabou que tudo o que nós sabemos agora é trabalhar juntos. Muitas pessoas me perguntam se não é estranho trabalhar com ele, porque estamos juntos. Mas é exatamente porque nós começamos desta forma que não é estranho. [Risos]

Eu devo imaginar que houve uma imediata conexão musical?

Se eu estivesse no estúdio com um produtor normal, isso seria uma coisa. Mas justamente porque ele é um músico que viaja com sua banda pelo mundo, é um compositor e toca guitarra, quando ele gravou meus vocais, sim, nós definitivamente nos tornamos aptos a ter uma compreensão um com o outro diferente do eu tive no passado com outras pessoas. Ele iria entender mais o que eu estava sentindo ou o que eu quis dizer. Ou ele iria me entender sem nem mesmo eu ter dito nada. É bom. Na verdade, é muito bom. Então, sim, foi uma experiência diferente.

Além do Chad, tem um outro convidado no álbum que é bastante surpreendente. Marilyn Manson!

Eu escrevi [a nova canção, "Bad Girl"] e [o produtor] David [Hodges] e eu estávamos ouvindo-a um dia, apenas nós, porque o Chad tinha saído em turnê. Olhei para David e eu fiquei tipo “Ô, meu Deus, Manson seria fantástico nesta música!”. Então, eu mandei uma mensagem para ele e ele veio ao estúdio. Funcionou perfeitamente! Era meia-noite. Eu falei tipo: “Ei , eu tenho esta música. Estou no estúdio em Los Angeles.” Ele respondeu: “Ei, eu vou estar aí às 4 da manhã.” [Risos] Ele chegou lá às 04:30. Eu fiquei tipo: “Ei, amigo. Quanto tempo!”. Ele tocou para mim um pouco do seu novo material. Eu amo Manson. E eu toquei para ele umas duas outras músicas minhas, como Give You What You Like. Ele realmente mimou essa música. Naquela noite, ele entrou na cabine, gravou as partes do seus vocais como um profissional e acertou em cheio. Ele levou a música para o próximo nível. Eu amei o que ele fez.

Mudando de assunto, você tem sua própria linha de moda “Abbey Dawn” desde 2008. É seguro dizer, então, que a moda tem sido um elemento fundamental tanto na sua vida quanto na sua carreira?

Eu gosto de me divertir com a minha moda. É estranho para mim dizer “oh, eu sou isso ou eu sou aquilo”. Mas eu acho que, atualmente, [o meu estilo] seria uma espécie de rock ‘n’ roll glam. No meu primeiro álbum, eu estava usando um monte de calças largas, tênis de skatista e Converse. Isso é mais parecido com 2002, ensino médio, estilo skatista, eu acho. [Risos] Eu era um moleque. Então, eu meio que entrei em um toque gótico no segundo álbum, com as calças bondage, usando marcas como Tripp e Lip Service. No meu terceiro álbum “The Best Damn Thing”, era um monte de rosa e estrelas e foi divertido… Um monte de blusas. E foi aí que eu comecei a desenhar para a Abbey Dawn. Eu estava muito inspirada na cultura japonesa, porque passei muito tempo na Ásia. Tóquio e Japão são muito ousados. Eles são muito coloridos e vibrantes, eles enlouquecem quando o assunto é moda.

Que tipo de moda você está seguindo agora?

Agora, eu estou apenas usando couro preto, saltos e vestidos. [Risos]

Leia a entrevista em inglês, aqui.

Nenhum comentário:

Postar um comentário