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31 de outubro de 2013

REPERCUSSÂO: Álbum Avril Lavigne.

O álbum Avril Lavigne está prestes a ser lançado e já teve grande repercussão nas mídias nacionais e internacionais.

Confira abaixo as criticas que foram feitas à respeito do novo trabalho da nossa canadense favorita:
Spoiler
Avril Lavigne faz dueto com o roqueiro Marilyn Manson em 'Bad Girl'; ouça

A cantora Avril Lavigne segue surpreendendo com duetos inusitados de seu novo disco, que será lançado no próximo mês. Ela aparece cantando ao lado do roqueiro Marilyn Manson na faixa "Bad Girl", que vazou na internet nesta sexta-feira (25).

Há algumas semanas, Avril havia divulgado "Let Me Go", música em que canta com seu marido, Chad Kroeger, líder do Nickelback.

O próximo disco de Avril Lavigne é o quinto de sua carreira e levará seu próprio nome. Antes disso, a cantora havia lançado "Goodbye Lullaby" em 2011.

"Bad Girl" é um rock pesado em que Manson diz para a "garota malvada" que ela deve "deitar a cabeça nos braços do papai". O roqueiro funciona, na maior parte do tempo, como um backing vocal para Avril.

Links do YouTube contendo a música têm sido apagados constantemente por violação de direitos autorais da gravadora RCA, já que se trata de um vazamento.

No entanto, ela ainda pode ser ouvida na rede social Tumblr.

Folha de São Paulo

Três anos desde seu último álbum lançado, o quinto álbum de Avril Lavigne é auto-intitulado e sucessor do mais obscuro 'Goodbye Lullaby,' que promete ser mais otimista e cativante, e o álbum mais diversificado até o momento.

1. Rock n Roll 4.5/5: O segundo single do álbum auto-intitulado de Avril Lavigne segue a motivação de 'HTNGU,' com uma pegada jovem e viciante que te agarra a partir da primeira audição. A progressão é bastante comum, é uma fórmula que funciona. Letras de músicas típicas de Lavigne, com frases como-MOTHER-FUCKIN PRINCESS etc etc...e um vídeo com participação de um tubarurso, é a canção da nova era.

2. Here's To Never Growing Up 4/5: Liricamente, Lavigne escreve o que conhece melhor, letra jovem, divertida e extrovertida. Mesmo que este não seja o desenvolvimento esperado ou desejado, a faixa é musicalmente superior. Com uma sonoridade moderna, esta canção me prendeu desde a primeira vez, com uma guitarra acústica que lembra 'Complicated.' Ela recorda os fãs do por quê amam Avril Lavigne. Super cativante e fácil de pegar, não me admira que seja o primeiro single do quinto álbum. Ficou no topo em 15 países.

3. 17 5/5: Hoje em dia, parece que todo mundo está escrevendo sobre ter uma certa idade. O álbum "21" de Adele e o hit "22" de Taylor Swift. Avril Lavigne nos leva a olhar para trás, tendo 17. A canção é extremamente cativante, letra cheia de rebeldia e tem um refrão explosivo que ganhará todos os fãs que se lembram da era 'Let Go'...

4. Bitchin Summer 4/5: Poderia ter sido um grande hit de verão, com o álbum sendo lançado dentro do cronograma. Ela tem uma batida e melodia perfeitas para uma viajar/dirigir para a praia. Dito isso, esta música animada e cativante vai certamente alegrer o dia, mesmo que seja apenas um pouquinho.

5. Let Me Go ft. Chad Kroeger 4/5: Foi a primeira canção que Kroeger escreveu com Lavigne, o último verso foi editado para se adequar com a nova relação encontrada pelo par. A composição e estilo musical reflete as separações dos dois anteriormente, mas se unem de uma forma linda e dramática que funciona e é a canção que define essa era.

6. Give You What You Like 4.5/5: A música mais diferente que Avril já lançou provavelmente, é minha favorita do álbum, mesmo que seja sobre sexo. A letra e som experimental permite que Lavigne mostre seu vocal e isso me lembra do álbum 'Paper Made Men' de Amy Studt, que era melancólico e profundo de verdade.

7. Bad Girl ft. Marilyn Manson 3.5/5: Este foi um risco real para Lavigne e quando notícias da colaboração com Marilyn Manson foram anunciadas, a base de fãs ficou dividida. A canção metal/rock é nova e fresca. Com um MM não intrusivo e só cantando/sussurrando uma pequena parte, felizmente. Não sou fã da música, mas também não poderia pulá-la enquanto Lavigne parece se divertir muito nessa exploração musical.

8. Hello Kitty 3.5/5: Dedicada para seus formidáveis fãs asiáticos e japoneses, é uma faixa eletrônica que sem dúvidas, irá bem na Ásia se for lançada como single. Por algum motivo, ela me fez pensar em Gangnam Style na primeira audição. Posso ver um vídeo clipe bem pink.

9. You Ain't Seen' Nothing Yet 4/5: Depois das três faixas experimentais sendo o centro do álbum, 'You Ain't Seen' Nothing Yet' traz um som pop otimista que é muito seguro. Eu gostei, mas é esquecível.

10. Sippin' on Sunshine 3.5/5: SOS é outra faixa que se beneficiou do verão e compartilha uma dualidade com Bitchin' Summer, a espelhando no álbum em termos de posição. No entanto, não é cativante, mas também é aparentemente sem cérebro divertidamente.

11. Hello Heartache 5/5: Chegando ao fim do álbum, 'Hello Heartache' é uma música linda e dramática, com um refrão poderoso. É aparentemente a faixa 'Complete Me' renomeada, que teve seu instrumental vazado anteriormente. Eu amo essa música e desejo que ela lance um álbum de material assim.

12. Falling Fast 5/5: Soando como um desdobramento de Goodbye Lullaby, 'Falling Fast' é uma faixa tênue e suave que tem uma letra magnífica e uma produção simples que funciona para trazer foco para os vocais dela.

13. Hush Hush 5/5: Da simples introdução de piano para o refrão poderoso, a balada é o final perfeito para o álbum. É quase como a sequela de 'Black Star,' o piano de ponte é deslumbrante, com a construção de um gigantesco refrão final, ela te deixa satisfeito, mas definitivamente, querendo mais, muito mais!

TOTAL 4/5

Músicas para amar: Give You What You Like, Let Me Go, 17, Falling Fast, Hush Hush

Músicas para pular: Potencialmente Hello Kitty ou Bad Girl...

Edge of the plank.

Nunca crescemos aqui?

Quer ela goste ou não, Avril está crescendo. Sua dedicação malcriada à causa punk-pop tem sido admirável, mas agora com 29 anos e casada com o líder do Nickelback, Chad Kroeger que é dez anos mais velho que ela pode-se suspeitar que seu quinto álbum e autointitulado marcaria o início de uma nova e ousamos sugerir fase na carreira de Avril.

Mas você só precisa olhar para a tracklist, para perceber que ela ainda está agarrada a sua juventude. No entanto, como o carro-chefe "Here's To Never Growing Up" um hino pop-rock que faz exatamente o que diz na lata, demonstra que ela não está nem um pouco envergonhada disso. Similarmente, "17," a encontra lembrando um romance no início, enquanto que em "Rock N' Roll" ela grita: 'Let's get wasted!' com o mesmo charme rebelde que com nada é familiarizado.

Enquanto a maior parte dele parece mais uma trilha sonora de filme da Tara Reid era da comédia adolescente, existem alguns momentos em que Avril vira para o moderno. "Give You What You Like" é inesperadamente um número mal humorado e sobre um relacionamento turbulento, enquanto as batidas eletro-pop de "Hello Kitty," serve como um presente para você-sabe-quem é conhecida como uma considerável base de fãs japoneses. Como uma bola certeira, ela funciona brilhantemente, mas como uma tentativa de fazê-la um som atual para a EDM-pop de hoje, que domina as paradas, ela fica consideravelmente aquém.

Ela parece muito mais confortável em "Bad Girl" assistida por Marilyn Manson, que recorda o punk dos anos 70 surpreendentemente fiel e oferece uma proclamação de como seu som poderia ser no futuro. Pela maior parte, porém, Avril parece satisfeita em permanecer no mesmo caminho, cantando sobre as mesmas coisas e praticamente a mesma melodia. Pode ser que ela tenha autointitulado o álbum, porque não sabia do que chamá-lo, mas verdade seja dita, nada poderia resumi-la melhor.

Digital spy.

"Avril Lavigne" é um dos melhores álbuns pop do ano,

O quinto álbum de estúdio de Avril Lavigne, Avril Lavigne (ponto negativo de imaginação, por causa do título, e ainda vou perdoá-la), sai na próxima terça, 05 de novembro, mas está disponível no iTunes uma semana antes do lançamento oficial, o que deve dar à todos nós uma oportunidade de deixar o que estamos fazendo, parar nossas vidas inteiras, e nos envolver com um dos melhores discos pop do ano.

Isso não é uma hipérbole (exageração). Claro, existem alguns insucessos neste álbum a medíocre "Let Me Go," com a presença de Chad Kroeger, o inexplicável dueto com Marilyn Manson em "Bad Girl" e a cansativa "Hello Kitty."

O nostálgico e excepcional hino "Here's To Never Growing Up" e a brincalhona "Rock N Roll" tomam o comando, mas "17" é nada menos que magistral, pegando de onde "Teenage Dream" de Katty Perry parou, com uma mistura de tristeza e alegria que é inebriante.

"Bitchin Summer" é tão formidável, um golpe eufórico de loucura adolescente, e "Sippin' On Sunshine" é "Roar" com um grande refrão.

"Give You What You Like" é estilo Liz Phair uma noite de espera, luxúria em forma sonora, e "You Ain't Seen Nothing Yet" é a perfeição pop-rock.

"Hello Heartache," "Falling Fast" e "Hush Hush" formam uma espécie de trio maravilhosamente melancólico. Tudo super admirável. Deixem "Prism" e "Bangerz" por um minuto e dêem uma escutada nesse.

Idolator.

Avril Lavigne, casada duas vezes, beirando os 30 anos - e falando para adolescentes descuidados como os Lorax, os quais foram demitidos. Temos que esperar muito mais de uma estrela lançando seu quinto álbum (que está sendo transmitido agora no iTunes, uma semana antes do lançamento), não importa estar fazendo isso quando até os grandes nomes da música estão falando sobre temas em alta, como apropriação e blasfêmia.

Avril, que virou seus 29 anos no mês passado, não pode competir com Miley e Kanye, quando se trata em fazer um espetáculo pop. Mas o irresistível informal, perceptivo e, em duas (ou três) ocasiões, profundamente estranho, Avril Lavigne nos lembra que maturidade às vezes significa dobrar-se quanto ao que é esperado de você - até mesmo quando envolve fazer um rap sobre os “policiais filhos da mãe” em uma frota musiquinha chamada “Bitchin’ Summer”

Demora muito tempo escrever um álbum adolescente apropriado, e aqui, Avril baseia-se em seu novo marido, Chad Kroeger, e dois outros não-suecos que participaram de bandas, Martin Johnson e David Hodges. Mas quando ela grita sobre “viver como estrelas do rock” em “Here’s to Never Growing Up”, o maior e melhor dos seus três primeiros singles do álbum, é da perspectiva esguichada de estudantes “diabinhos” do Ensino Médio, e não groupies valentões.

Na verdade, quase nenhuma oleosidade de Kroeger parece ter caído na música de Avril. Além disso, seu dueto “Let Me Go”, parece ser profundamente estranho porque são recém-casados falando sobre rompimento, ou pode ser completamente banal, porque soa como uma música da Nickleback. Embora Hodges confunde com Evanescence, Avril está realmente terminada com seus elementos pessimistas que pegou emprestado do seu disco anterior, Goodbye Lullaby.

O que realmente ouvimos, soa um pouco como Taylor Swift, ou Paramore para as garotas. As músicas vieram em três categorias. Tem o pop-rock sobre problemas adolescentes, como a quase-perfeita “17”, onde “roubar cervejas do parque de trailers” leva a “acender sequeiros para lutar contra a escuridão”, e o toque acústico beneficia um pouco o melancólico. Depois dessa encontramos uma outra categoria, que contém duas músicas profundamente estranhas: “Hello Kitty”, uma faixa de duplo passo que parece reconhecer o seu próprio simbolismo, adaptando ao brilho de J-Pop American Funtime Now; e o delineador preto, mas super-saltitante “Bad Girl”, que conta com a participação de Marilyn Manson coaxando e mostrando o seu lado monstro sobre suas fantasias pervertidas enquanto Avril o convida para “fazer qualquer coisa” ou mais.

A coisa mais estranha? O pontapé da dupla é tão forte que apaga receios de sua mente. E depois, é claro, os ganchos penetram rapidamente.
Provavelmente ninguém gosta da ideia de Avril Lavigne e Marilyn Manson terem se aproximado, com uma palavra de segurança (tio skatista?).
Mas a coisa toda é tão pra cima que você não pode odiá-la. Ou ao menos, se você odeia, verifique-se para ter certeza de que você não é contra fantasias "vulgares" de Halloween, porque pode ser apenas que você esteja redirecionando alguma raiva interiorizada.

O que nos leva à última categoria de faixas do álbum, as músicas de tumulto sexual. O compromisso da Avril para o ponto de vista adolescente, finalmente rendeu esta: "You Ain't Seen Nothing Yet", um prazeroso hino tão sério como qualquer coisa feita por Taylor Swift que, no entanto, encontra o seu autêntico protagonista "terceira base e estou pulando as preliminares," e "Give You What You Like," uma balada sensual que aponta para todos os modos como as pessoas negociam sexo e afeição por atenção (e cigarros). Avril não está mais lamentando complicações, ela está empinando o nariz e revelando muito da sua sabedoria de mulher crescida.

Music-mix.

O álbum autointitulado de Avril Lavigne, um dos melhores discos pop do ano!

Avril Lavigne tem um álbum chegando na próxima semana. Ele se chama Avril Lavigne. Onde ela vai com esse nome? Eu não sei, mas obteve um belo anel dele.

Provavelmente você não tenha notado (nem a maioria da população), mas Avril tem produzido singles ao longo do ano, incluindo "Here's To Never Growing Up," "Rock N Roll" e, infelizmente, seu dueto "Let Me Go," com o líder/marido, do Nickelback, Chad Kroeger. Mas esqueça esta, é a música mais fraca no set (conjunto).

O álbum de Avril é seriamente bom, ele é uma das ofertas pop mais sólidas de 2013. Não tem nada para não amar.

Seriamente, ele é muito divertido "17", por exemplo, é a "Teenage Dream" de 2013. Ela é a perfeita 'a gente contra o mundo', dentro do disco. Há "Bad Girl" com Marilyn Manson, o ardente hino de heavy metal que você nunca soube que estava faltando.

Há o hino "Hello Heartache", que recria a irmã de coração mais partido, "Complicated". Existe "Hello Kitty", que inexplicavelmente, desenterra a "Love.Music.Angel.Baby" de Gwen Sthefani e mostra Avril passando brevemente pela EDM. Há a sombria "Give You What You Like", que entrega a melhor força de Avril olhos curvos, balada emotiva. (Na verdade, todas as baladas são as melhores).

Muumuse.
ATUALIZAÇÂO
“Bad Girl” começa com Marilyn Manson sussurando “Deixe a sua cabeça no colo do papai,Você é uma menina má” é horrível e se repete por mais 15 maneiras diferentes.

A canção está no próximo álbum da Sra. Lavigne, e foi liberada na última Segunda.

PopJustice.

Oh, Avril Lavigne, você não é uma “Garota Má”, você nos deu uma nova música, que definitivamente uma boa garota mudaria.

LOLz!!

A nova musica vazada do novo álbum auto-intitulado de Avril, se chama “Bad Girl”, e conta com a participação de Marilyn Manson!

Droga! Estávamos esperando por mais um dueto com seu marido Chad Kroeger!

Embora seja uma boa faixa, a voz de Marilyn Manson sussurando/gritando no fundo aumenta a vibe da musica “Bad Girl”, nós realmente estavamos esperando algo inspirado na sensual “Hello Kitty”.

Perez Hilton.

Esteja avisado: ela pode já ter cantado sobre não querer crescer, mas Lavigne está adulta nesta canção.

MTV à respeito da colaboração com Marilyn Manson, em “Bad Girl”

Dammit.
Capricho.
Pop Line.
Pop.
Pizza De Ontem.


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