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24 de maio de 2013

FOTOS|SCANS: Avril lavigne na edição de julho da Nylon Magazine.



Avril Lavigne é capa da edição de julho da Nylon Magazine. Foram divulgados os photoshoots realizados para a revista, e também os scans da matéria da cantora.

Na matéria Avril fala sobre seu relacionamento com Chad Kroeger, sobre seu novo álbum e novas músicas, sobre o desentendimento com sua antiga gravadora e muito mais! 

Confira abaixo a matéria e as fotos:

Photoshoot

 
 
 Scans
 
 


Confira a matéria abaixo, clicando em "Show".

Spoiler
Depois de passar por um dos períodos mais difíceis de sua vida, Avril Lavigne tem uma nova música, um novo amor e o compromisso de continuar sendo ela mesma.

O primeiro single, Here's To Never Growing Up, tem um refrão barulhento e efervescente que marcam os clássicos hinos dela, que os leais fãs da cantora (9,9 milhões a seguem no twitter) passaram a última década ouvindo repetidamente. Para provar, basta assistir o vídeo com participações enviadas pelos fãs. Os vencedores foram escolhidos entre milhares de vídeos enviados.

É diferente do clima melancólico e introspectivo de seu último álbum, Goodbye Lullaby, que Lavigne escreveu durante o fim do seu casamento de 3 anos com o vocalista da Sum 41 Deryck Whibley. A vibe muito emocional e as baladas românticas não cansaram seus fãs. "Eu apenas queria escrever músicas e fazer algo que fosse um pouco mais artístico", ela explica. Mas, conseguindo apenas ouro nos Estados Unidos, o álbum foi um fracasso comercial, se comparado com seus álbuns anteriores, já que todos eles alcançaram ótimas posições nas paradas musicais e foram multiplatinados. Lavigne insiste que era hora de desafiar a si mesma. "Eu queria ir para a estrada", ela disse. "Eu não estava tentando escrever um álbum de grande sucesso".

Mas ela deve ter notado que havia algo errado. As discussões com a sua gravadora de longa data, RCA, sobre o lançamento tardio e a promoção do álbum azedaram ainda mais o relacionamento dela com a gravadora. "Eu estava tentando fazer uma coisa com aquele álbum, mas eu não tinha o apoio da minha gravadora", diz ela. "Foram muitas idas e vindas, muitas discussões sobre determinados estilos e compositores. Foi um drama. Eu tive muitos desafios durante toda a experiência daquele álbum, por causa de pessoas que só pensavam no lado empresarial".

Apesar disso, Lavigne ainda viajou em sua turnê mundial, "sendo forte e mantendo minha cabeça levantada", ela diz séria. "Os shows foram os mais fortes que eu já fiz e que eu me senti muito bem. O apoio da minha base de fãs, não importa o que aconteça... Isso é louco!".

Mas ela admite: "Eu fiquei exausta de várias maneiras, e eu não tinha certeza se queria seguir em frente". E, então, durante sua turnê, Lavigne soube que seu antigo mentor, LA Reid, estava se tornando presidente da Epic Records.

Os dois se conheceram em 2000: Lavigne, então com 15 anos de idade e morando com seus pais em uma pequena cidade de Ontário, veio para Nova Iorque gravar uma demo, e os rumores de que ela seria um prodígio despertaram o interesse de Reid, que estava na Arista. Ele assinou contrato com ela por 2 álbuns, no valor de 1.25 milhão de dólares. "[Os produtores do estúdio] disseram que pessoas iriam me mandar algumas músicas, mas eu disse 'Não, eu tenho que escrever minhas próprias músicas', disse Lavigne. "Eles ficaram me olhando como se eu fosse uma criança, como quem diz 'Como é que ela vai escrever música?'. A melhor parte sobre o LA é que ele me ouviu. Ele me deixou fazer o que eu precisava fazer".

O relacionamento profissional de Avril e Reid terminou em 2004, quando ele deixou a Arista e ela foi para a RCA. Mas os dois não perderam o contato um com o outro. "Quando eu estava passando por todos esses problemas no meu último álbum, ele veio na minha casa, e nós nem estávamos trabalhando juntos", diz ela. "Nós sentamos, conversamos, e eu cantei algumas músicas para ele. Ele estava lá por mim. Sabe o quanto isso é legal? Ninguém mais faz isso".

"Eu amo a Avril", disse Reid sobre estar sempre em contato com sua protegida. "Eu nunca gostei de não trabalhar com ela. Eu sempre estava interessado no que ela estava fazendo musicalmente e em tudo o que estava acontecendo na vida dela".

Com Reid no comando da Epic, a corrida começou para assinar o contrato com Lavigne. "E quando ele me ligou e disse: 'Estamos juntos novamente!' Não poderia ter acontecido em um momento melhor", diz Lavigne. "Desde esse momento, eu me senti re-inspirada. Eu terminei minha turnê no final de fevereiro do ano passado e uma semana depois eu já estava no estúdio".

Enquanto isso, Lavigne havia contratado Larry Rudolph, o empresário mais conhecido por construir o império de Britney Spears e, em seguida, reerguer a carreira dela após o colapso. Os dois imediatamente começaram a trabalhar no novo álbum, com o objetivo de fazer uma coleção de músicas parecidas com o primeiro álbum de Lavigne, Let Go, que Rudolph chama de "obra-prima pop-rock" e que já vendeu 15 milhões de cópias pelo mundo. "Eu adorei o toque mais rock que ela estava dando em tudo o que ela estava fazendo", ele disse. "Então, nós conversamos sobre voltar ao básico, e isso se tornou o nosso mantra enquanto estávamos fazendo o disco". Duas semanas depois, Rudolph encontrou o colaborador ideal para a sua nova cliente – o vocalista do Nickelback Chad Kroeger, que ele conheceu em uma festa de virada de ano no México. "Eu disse 'Ouça, cara. Eu tenho que te levar para fazer uma música com a Avril'. Ele nunca tinha encontrado com ela, mas ele se interessou pela ideia". Eu disse, 'Olha, vocês dois são canadenses. Vocês são a realeza pop-rock'. Esse cara teve tipo 17 #1! Fez sentido eu pensar sobre eles trabalhando juntos".

Quando ele se aproximou de Lavigne com a ideia, ela estava decidida. "Ele faz o que eu faço – ele é roqueiro, ele toca guitarra, ele está no palco toda noite, ele escreve músicas", ela explica. Levou dois meses para tê-los na mesma sala, e a única coisa que ambas as partes estavam esperando era, no máximo, uma ou duas músicas.

A primeira colaboração deles foi a balada romântica chamada "Let Me Go". "Essa é uma das minhas músicas preferidas - não apenas deles dois, mas uma das minhas músicas favoritas no mundo", diz Rudolph.

"Liricamente, eu me forcei a falar sobre diferentes temas que eu não tinha falado antes", Lavigne admite. "Eu não queria ser tão simples. Eu realmente tentei me expressar e ir mais fundo".

Lavigne aprimora mais suas músicas com a ajuda do músico ganhador do Grammy David Hodges, antigo membro da banda Evanescence e criador de hits conhecido pelo seu trabalho com Carrie Underwood. Duas músicas assinadas, "17" and "Rock 'n' Roll", prestam uma homenagem à juventude e as coisas incrivelmente "fodonas", enquanto "Hello Kitty", uma faixa eletrônica, entrega um lado experimental. A guitarra pesada de "Bad Girl" investiga um território sombrio, graças à colaboração de Marilyn Manson. Os dois se conheceram há uma década atrás em um dos shows do Manson em Toronto.

Além de compartilhar uma grave aversão ao sol (o que Lavigne diz ser o seu melhor segredo de beleza), eles também portam um respeito mútuo pela força do outro. Enquanto estava trabalhando em "Bad Girl" no estúdio com Hodges, diz Lavigne, "eu olhei pra ele e disse 'foda, Marilyn Mason soaria incrível nisso'. E ele disse, 'eu sei!'". Então ele enviou uma mensagem para ele e no mais breve, Manson estava no estúdio. "Ele foi na cabine de som e veio com a parte dele pronta. Ele levou isso ao próximo nível".

No verão passado, websites espalharam rumores de uma romance entre Manson e Lavigne, mas os dois foram rápidos em dissipar aquele boato. "Eu estava tipo, 'merda, eu não faria aquilo. Ela é canadense'", brincou Manson para imprensa naquele momento. "Nenhuma ofensa conta o Canadá".

Aconteceu que Lavigne se apaixonou por outro alguém - Kroeger. Uma música levou à duas, então três, e eventualmente, um álbum com material que valesse a pena. "Nós estávamos tendo um bom momento", Lavigne diz encolhendo os ombros. Nos demos bem primeiramente como parceiros de composição, então como amigos, e começamos a namorar no verão passado". Em agosto, ele a propôs em casamento colocando uma foto dele segurando um anel de diamante de 14 quilates dentro de um livro de recortes que Lavigne estava fazendo do processo de gravação do álbum.

Como se fosse um sinal de entrada, Kroeger passeou da sala para uma suíte de gravação adjacente. Carregando um pacote com 6 cervejas, ele a beijou na bochecha. "Belíssimo", ele proclama antes de voltar ao trabalho. "Ele é legal, e real, e amável", ela diz, revelando em atenção. "Pra mim, isso é sobre ter uma conexão no nível mais profundo. Ser romântico!". Ela aponta para algumas dezenas de longas rosas, postas em cima de um pedestal, como prova de que Kroeger se encaixa no projeto.

Ironicamente, o primeiro olhar de Lavigne em Kroeger aconteceu há uma década no Roxy em Vancouver – na mesma noite ela conheceu Whibley. "Selvagem, certo?", ela diz com um sorriso. "Eu tinha 17 anos, e "Complicated" tinha acabado de sair". Lavigne estava celebrando o sucesso bebendo Jaeger bombs, e como Whibley carregou ela para fora da boate nos seus ombros, ela manchou Kroeger, no auge da fama do Nickelback. "Ele nem mesmo sabia naquele momento!", ela exclama. "Eu tinha acabado de começar a tocar nas rádios".

Ele iria conhecer o mais breve possível. "Eu não era a garota barrando seu diafragma com dançarinas reservas e microfones de cabeça", ela insiste na sua origem nos negócios. "Eu vim e tinha muitas coisas para dizer com as minhas letras, e eu tocava a guitarra. Eu tinha trajes completamente diferentes, presença de palco, tudo". Ela conta sua vontade de abraçar as falhas que outras estrelas do pop são treinadas para esconder como parte de seu único recurso. "Eu sou muito transparente. Se eu não estou sendo eu mesma, eu não farei isso bem, e isso vale para escrever músicas, trabalhos, relacionamentos, tudo. E se eu não estou feliz, as pessoas irão saber".

Rudolph concorda. "Ela não vai se adaptar a tudo que está na moda no momento – ela é uma estrela do rock, e ela irá permanecer fielmente ao seu núcleo. Ela tem um senso natural de identidade". Embora, quando questionado à identificar o maior desafio que ela já encarou, ele responde imediatamente: "Ela tem que balancear sua vida pessoal com a sua vida profissional. Esse é um desafio pra qualquer um na situação dela". Ela vai ter ajuda de um aliado de longa data. "Eu sou segurança da Avril, então as pessoas não podem bagunçar com ela, então ela pode fazer o que ela quer", diz Reid. "Eu sou o guarda-costas dela, eu sou o cara que diz, 'não mexa com a Avril'".

E com os julgamentos dos últimos anos por trás dela, Lavigne reivindica ter descoberto a importância da estabilidade. "Eu tenho aprendido a ser calma e se deixar levar", ela diz, revelando uma tatuagem ainda recentemente cicatrizada no seu antebraço que a lembra à "vivre dans le momoment présent" – a expressão francesa para "viva o momento". Mas o espírito rebelde que é, no mínimo, responsável pela venda de dezenas de milhões de álbuns está firmemente intacto. "Eu gosto de ser boba e pateta, especialmente quando as coisas são supostamente sérias", ela diz. "Excesso de qualquer coisa pode não ser bom pra você. Você sabe que se você comer sua comida favorita todo dia, você vai enjoar? Bem, eu apenas descobrir o equilíbrio. E agora eu sei que tenho que ter algum".

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